segunda-feira, 11 de Abril de 2011

A Tina Aflita

A Tina ao sair da escolas ouviu a mãe ordenar-lhe que ela fosse buscar a irmã bebé a casa da avó.
A Tina gostava muito de conduzir o carrinho por isso perguntou se o podia levar.
Da escola a casa da avó não eram muitos quilómetros.Lá foi e quando lá chegou viu a irmã a rir-se. Pegou na irmã e levou-a pelo mesmo caminho.
Durante o percurso para casa num jardim encontraram umas amigas da Tina que lhe fizeram uma proposta irresistível, que era brincar ao apanha. Então, a Tina, pôs o carrinho com a irmã debaixo de uma fiteira e foi brincar com as amigas. Quando se cansou de brincar, foi buscar o carrinho mas quando lá chegou, o carro não estava lá.
Chamou a irmã mas ela não lhe respondeu, pois era ainda muito bebé, até que, ao longe avistou uma mulher com um carrinho muito apressada. Ela correu até à mulher e começou a gritar pela sua irmã, mas no carro tinha outra criança e a Tina tão envergonhada fugiu sem saber como pedir desculpas.
Sentou-se num canto a chorar até que um guarda do parque, apareceu e lhe perguntou porque estava ela a chorar. A Tina contou-lhe o que tinha acontecido e o guarda viu logo que ela se tinha enganado na fiteira. Acalmou-a e foram os dois a outras fiteiras e encontraram o carrinho. A bébé estava a dormir muito sossegada à sombra e a sua irmã abraçou-se a ela a chorar que até a criança também chorou do aperto.
A Tina até podia ganhar tino que ela nunca mais se ía esquecer daquilo.


Bruna Moreira, 4ºA Caldelas

Uma Aventura Aérea

A caminho de Aljubarrota, vi campos, prados, paisagens maravilhosas. em que pareciam torres.
Um dos meus amigos, quando partimos para a Suíca, passando num carro ficou irritadíssimo, pois tinha encontrado o seu reflexo, mas ele não sabia, por isso começou à bicada contra o vidro do automóvel. Que patetice!
Passamos por montes de cidades, aldeias e entre eles alguns foram: Peniche, Espanha, Londres, Madrid, Paris e muitos outros países.
Quando encontramos o sítio ideal para ficar, montamos o nosso ninho entre searas, onde tinhamos muito alimento. O pior foi que o dono da quinta decidiu cortar as searas.
No dia em que era para as cortar, nós para não perdermos o nosso território, decidimos atacá-lo, defendendo os nossos ninhos. Foi uma aventura fantástica!
Um dos nossos costumes, é sempre que está temporal, nós emigramos para outro sítio à procura de alimento e de sítios mais quentes. todas as vezes que emigramos, conhecemos coisas novas, aprendemos e ficamos maravilhados com as paisagens fantásticas de cascatas, montes, etc. Adoramos as nossas viagens!

Ana Beatriz, 4ºA

quarta-feira, 6 de Abril de 2011

A Árvore Generosa

Era uma vez um menino que gostava de uma árvore. Eles brincavam às escondidas, ele comia as suas maçãs, balançava nos seus ramos, subia ao seu tronco e quando estava cansado dormia na sua sombra e também brincavam. Até que o menino cresceu, a árvore perguntou-lhe se queria brincar e balançar nos seus ramos, mas ele respondeu que era demasiado crescido para isso, precisava de dinheiro e perguntou se lho dava. A ávore sugeriu que vende-se as suas maçãs e assim fez. A árvore ficou feliz! Muito mais tarde o menino voltou e disse que precisava de uma casa e perguntou se lhe dava uma. E a árvore fez a sugestão que ele podia cortar os seus ramos para fazer a dita casa, e assim fez. A árvore ficou feliz! Depois de muito tempo o menino regressou e perguntou se lhe dava um barco e a árvore disse-lhe que cortasse o tronco para fazer o barco e foi o que fez. E a árvore ficou feliz! Muito tempo depois o menino voltou, já idoso, a árvore disse que já não lhe podia dar nada e o menino também nada queria. Apenas sentar-se a descansar. A árvore indicou-lhe o seu tronco e assim fez. E a árvore ficou feliz!

Diogo Monteiro, 4º A